Quando assumimos no ano de 2009, perante a associação dos dirigentes culturais do estado da Bahia, orgão auxiliar da secretaria de estado da cultura, com a responsabilidade de trabalhar, junto aos artistas, grupos artísticos, associações, educadores, poder publico e toda a sociedade civil, conquistamos a oportunidade de propor a sociedade esplanadense uma outra mentalidade cultural, a fim de desenvolver políticas afirmativas de cultura, agregando valores que permanecem na memória do povo esplanadense, que é o jeito de ser e fazer cultura.
Desde o protocolo de intenções, assinado pela prefeitura municipal e a secretaria de cultura do estado em 2010 (caso inédito desde o inicio do governo Wagner), se construiu um diálogo permanente entre o estado e o município de esplanada. Através da nossa iniciativa juntamente com a representação da secretaria de estado, vínhamos discutindo os problemas e as demandas culturais do município com muita lucidez, esquecendo “ paixões e preferências partidárias “.
Mas o sentimento, era de que faltava uma aproximação maior do poder publico com a sociedade civil. Nesta discussão, surgiu a proposta dos coletivos municipais de cultura, que são reuniões dos interessados pelo desenvolvimento de cultura em cada município, formado por 1 representante do poder publico local, e 2 representantes da sociedade civil, pessoa física ou jurídica e seus respectivos suplentes.
Os coletivos atuam no sentido de fomentar no município a efetivação das políticas que fortaleçam o desenvolvimento da área de cultura. Recentemente foi criado em esplanada este coletivo, composto por 5 membros ( 1 dirigente cultural, indicado pelo prefeito, 4 da sociedade civil), cada um representando sua expressão artística como a musica, o teatro, a literatura, e a cultura popular, estes eleitos democraticamente.
Hoje os coletivos existem na maioria dos municípios do território litoral norte e agreste baiano, e dentre os 26 municípios que compõem este território, esplanada ganha lugar de destaque, por estar realmente atuando e buscando parcerias e interessados, inclusive com a secretaria municipal de cultura e turismo, sem intervir no andamento natural desta pasta. A partir desta construção, todos os coletivos municipais se reuniram em Novembro do ano passado da cidade de Pojuca e criaram a * Câmara territorial de cultura, que foi a primeira entre todos os territórios baianos.
Hoje propomos expandir o coletivo municipal, nas comunidades rurais e escolas, promovendo uma política transversal (campo e juventude). Caminhamos para concluir uma destas etapas até o final deste ano, compreendendo que é importante a mobilização de todos os interessados, para sua conclusão. Podemos dizer que o coletivo atuará por tempo indeterminado garantindo a participação de todos e a pluraridade de idéias. Partimos do principio de que, cultura é um direito, e direito é para todos.
Reinaldo dos santos
Dirigente de cultura de esplanada
Membro do coletivo municipal de cultura
Cadastro, Sugestões, críticas, informações
Desde o protocolo de intenções, assinado pela prefeitura municipal e a secretaria de cultura do estado em 2010 (caso inédito desde o inicio do governo Wagner), se construiu um diálogo permanente entre o estado e o município de esplanada. Através da nossa iniciativa juntamente com a representação da secretaria de estado, vínhamos discutindo os problemas e as demandas culturais do município com muita lucidez, esquecendo “ paixões e preferências partidárias “.
Mas o sentimento, era de que faltava uma aproximação maior do poder publico com a sociedade civil. Nesta discussão, surgiu a proposta dos coletivos municipais de cultura, que são reuniões dos interessados pelo desenvolvimento de cultura em cada município, formado por 1 representante do poder publico local, e 2 representantes da sociedade civil, pessoa física ou jurídica e seus respectivos suplentes.
Os coletivos atuam no sentido de fomentar no município a efetivação das políticas que fortaleçam o desenvolvimento da área de cultura. Recentemente foi criado em esplanada este coletivo, composto por 5 membros ( 1 dirigente cultural, indicado pelo prefeito, 4 da sociedade civil), cada um representando sua expressão artística como a musica, o teatro, a literatura, e a cultura popular, estes eleitos democraticamente.
Hoje os coletivos existem na maioria dos municípios do território litoral norte e agreste baiano, e dentre os 26 municípios que compõem este território, esplanada ganha lugar de destaque, por estar realmente atuando e buscando parcerias e interessados, inclusive com a secretaria municipal de cultura e turismo, sem intervir no andamento natural desta pasta. A partir desta construção, todos os coletivos municipais se reuniram em Novembro do ano passado da cidade de Pojuca e criaram a * Câmara territorial de cultura, que foi a primeira entre todos os territórios baianos.
Hoje propomos expandir o coletivo municipal, nas comunidades rurais e escolas, promovendo uma política transversal (campo e juventude). Caminhamos para concluir uma destas etapas até o final deste ano, compreendendo que é importante a mobilização de todos os interessados, para sua conclusão. Podemos dizer que o coletivo atuará por tempo indeterminado garantindo a participação de todos e a pluraridade de idéias. Partimos do principio de que, cultura é um direito, e direito é para todos.
Reinaldo dos santos
Dirigente de cultura de esplanada
Membro do coletivo municipal de cultura
Cadastro, Sugestões, críticas, informações
rsgestãocultural@gmail.com